terça-feira, 19 de julho de 2011

Um poema dedicado à Nayara V.

Você é linda como aquela chuva de flor de cerejeira
Iluminando as manhãs com um sorriso simples e delicado
Vem com passos mansos como quem não quer nada
E num abraço quente e macio, me traz toda a paz que preciso
Ah! Se pudesse dizer ao mundo essa paz que sinto quando você está por perto
Não se faça de boba, é você mesmo que faz todo meu mundo sorrir
Mesmo não sabendo, talvez... Bom, isso não importa
Porque felicidade está em atos pequenos que serão lembrados para sempre
E foi com pequenos atos que você conquistou grande parte do meu coração
Um coração que muitas vezes se mostra duro e gelado
Mas que com você por perto, se torna quente e forte
Bravo! Batendo pelo vermelho que sinto ao meu redor
Sem metáforas por agora, pois não quero incomodar-te
Afinal, num mundo de enigmas e jogos, uma pitada de sinceridade.
Objetividade, seja algo raro.
E porque não resumir algo tão grande assim em três pequenas palavras?
Sim, só preciso de três pra descrever o que sinto pela garota dos olhos de mel
Me perdoe por tomar teu precioso tempo, mas o que seria do tempo sem nossas histórias?
Esqueça minhas perguntas, são outras formas de contorcer nossas realidades
É simples meu único sentimento por você
E é tão eterno quanto o vento que o sopra

Eu te amo.

domingo, 17 de julho de 2011

Desde pequena...


Fechou os olhos e respirou mais um pouco.
De repente seu mundo - pequeno, mas seu- pareceu desabar. Olhava para os lados tentando inutilmente disfarçar o que sentia. Estava decidia a dizer que não o queria por perto. Estava decidida a contar uma mentira.

Mas então, ele veio, com seu jeito todo simples de ser, com um sorriso pequeno mas sincero, e com um abraço feito para apagar todas aquelas mentiras.

domingo, 10 de julho de 2011

Time to die


"Senhorita Marieta, eta, eta, de preto vestida, vestida, vestida
Tem uma faca, faca, faca, nas costas enfiada, enfiada, enfiada.
Não pode respirar o ar, o ar
Não pode chorar, chorar, chorar.
Por isso pede, pede, pede para morrer, morrer, morrer."




(Branco é para Magia)